Aluna do 12.º ano do AE da Moita deixa-nos a sua perspetiva sobre o que aconteceu na cerimónia dos Grammys.
[27.03.2026]
O Som da MudançaA 68.ª edição dos Grammys, realizada na Crypto Arena, em Los Angeles, destacou-se não apenas pelos prémios atribuídos, mas sobretudo pela forte dimensão política que marcou a cerimónia. Segundo o jornal Público, no artigo "Grammys: uma noite pró-imigração e anti-ICE que Bad Bunny e Kendrick Lamar venceram", de Rodrigo Nogueira, vários artistas aproveitaram a visibilidade do evento para se posicionarem contra as políticas anti-imigração dos Estados Unidos, demonstrando que a música pode ser também um espaço de intervenção social e cívica. Para além da vertente política, a cerimónia ficou ainda marcada pela consagração de “DeBÍ TiRAR MáS FOToS”, integralmente em espanhol, como Álbum do Ano, sinal de maior abertura à diversidade cultural. Assim, considero que esta edição dos Grammys provou que a música pode ser, simultaneamente, celebração artística e instrumento de consciência social. Julie Ferreira, 12.º anoAgrupamento de Escolas da Moita, Setúbal |
Isto também é comigo! é uma iniciativa do projeto PÚBLICO na Escola e da Rede de Bibliotecas Escolares, este concurso distingue, todos os meses, um texto da autoria de estudantes do ensino secundário, tendo como ponto de partida para a reflexão um trabalho do PÚBLICO.
O artigo «Grammys: uma noite pró-imigração e anti-ICE que Bad Bunny e Kendrick Lamar venceram», da autoria de Rodrigo Nogueira, publicado a 2 de fevereiro de 2026, inspirou a aluna para uma reflexão avisada sobre a 68.ª edição dos Grammys, realizada na Crypto Arena, em Los Angeles.
Integraram o júri, nesta edição: Luísa Gonçalves, coordenadora do PÚBLICO na Escola; Anabela Solinho, professora, AE António Correia de Oliveira, em Esposende; Etienne Gendler, aluna da Escola Básica e Secundária de Santa Maria, de Vila do Porto - Ilha de Santa Maria; Carla Fernandes, elemento da equipa RBE.